Sobre

Operária das artes, trabalhadora da poesia, mãe, irmã e filha nascida em São Paulo e parida pro mundo.

Natália Machiavelli

É artista multimídia, formada em Audiovisual pela Faculdade de Artes “Gerrit Rietveld Academie”, em Amsterdam. Atua profissionalmente na música, teatro e no audiovisual.

Iniciou sua carreira artística na orquestra experimental conduzida por Ricardo Zhoyo em 2004. Entre 2009 e 2011 cantou ao lado do pianista e compositor cubano Ramon Valle na Holanda.

Dirigiu o documentário “Troca o Trópico”, exibido nos principais festivais de cinema da Holanda em 2010 e 2011, como World Cinema Amsterdam, Nederlands Film Festival, entre outros e premiado em 2020 no edital PROAC . Em 2012 fez a direção artística e trilha do espetáculo musical para crianças “Máquinamáquina”. Produziu e dirigiu as animações “Will”, “Planta”, “Metamorfoses” e “It Trims”, este último primeiro lugar no Festival Curtacom em 2012. 

Além de dirigir, Natália é responsável pela composição das trilhas sonoras de seus filmes, compondo também trilhas sonoras para espetáculos teatrais, como o teatro de sombras da Cia. Quase Cinema “Urubus No Ar” (2016) assim como o espetáculo “Paracy – mães do rio”, dirigido por Rafael Soares, contemplado no edital Proac de Artes Integradas. Criou também vídeos para teatro e dança, como do espetáculo “Terra” (2012), da bailarina Marina Monteiro e “Gavião de Duas Cabeças” (2016), de Andreia Duarte. 

Em 2016 fez Primeira Assistência de Direção no curta “Vazio”, de Giuliano Saade Barrone. Em Maio de 2017, dirigiu o piloto da série de televisão “DDM – Delegacia de Direito da Mulher”. No mesmo ano, fez a direção de arte do longa metragem “Três Reis” (em pós produção). De 2012 a 2018 ministrou a oficina de animação “Da animação à imagem!” para crianças e adultos em centros de cultura importantes de São Paulo, como o Museu da Imagem e do Som (MIS), Centro Cultural São Paulo (CCSP), Sesc do Carmo, Condomínio Cultura, Instituto de Cinema e FAAP.

Trabalhou pela Santa Paciência Produções, dirigida por Marisa Riccitelli Sant’ana, como  tradutora e produtora local dos espetáculos “Labio de Lebre” (Lábio de Lebre) e “Cuando Estallan Las Paredes” (“Quando as Paredes Explodem”), da companhia colombiana Teatro Petra, no Festival Mirada em 2018 e do espetáculo Ato 3 – Arrasar- Manifesto antropofágico, da Cia Perro Rabioso Bienal Sesc de Dança em 2019. Também fez parte do time de produção local do espetáculo “Guadual” do Teatro Sánchez Aguilar (Ecuador), com direção de Leandro Mendoza Artagaveitia, apresentado no Festival de Circo do Sesc.

Em Agosto de 2019 acompanhou, como cinegrafista, a circulação do espetáculo “Guerrilheiras ou Para a Terra Não Há Desaparecidos” por 9 cidades do Centro-Oeste e Norte do Brasil. Neste mesmo ano fez a curadoria de Artes do Corpo do Festival Soy Loco Por Ti Juquery.

Desde a primeira edição em 2013, Natália trabalha na Mostra Internacional de Teatro de São Paulo – MITsp ao lado de Antônio (Tó) Araújo e Guilherme Marques, como Relações Internacionais e com a produção e criação de vídeos do evento, que ganhou, em 2017, o Prêmio Bravo nacional na categoria “Melhor Evento Cultural”.

Em 2020 trabalhou no lançamento de seu primeiro disco Phya Natashka inteiramente autoral, com produção musical de Chico Saraiva e Bruno Buarque, e participação de Simone Sou, Yedo Gibson, Ian Gottlieb, Enrique Menezes, Janja Gomes e Thomaz Panza, cujo processo de criação foi documentado e transmitido ao vivo pela plataforma online Através.TV.

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